quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Alphaville - first harvest 1984-92

first harvest 1984-92
synthpop
warner
1992



O New Romantic , mostra que não era só para ingleses, embora passado parte do auge do New Romantic inglês, começaram a surgir bandas em outros países que faziam aquele estilo dos idos de 80 e 81. O Estilo dominou a Europa até 84, mas seu auge se encontra em 81 e 82 na Inglaterra. Na terra do Kraftwerk , surge então uma banda, que como as inglesas, totalmente influenciadas pelo Kraftwerk que inventaram o New Romantic (Romantismo do século 19, com os sintetizadores do séc 20), numa alquimia desde a melancolia ao look ultra-futurista, um movimento que se preocupava com o que tocar, tinha o máximo de atenção com o que vestir, e mais ainda, que visual deveriam ter para os fãs. Sem dúvida nenhuma o New Romantic é o estilo que mais se preocupou com o visual, aliás visual fúlgido e andrógino diga-se de passagem, é o estilo mais marcante da década de 80.

E finalmente em 1982 surge a primeira banda New Romantic alemã. Em 82 já quase no final do NR na Inglaterra, começa então na Alemanha, mais precisamente na cidade de Münster, uma banda semi-desconhecida, chamada Forever Young . Aliás um nome perfeito para quem tentasse garantir a sobrevivência dos NRs por mais alguns anos. Mas não durou muito e logo, como típicos NRs, encontraram um nome bem futurista pra banda. Do filme de Jean-Luc Goddard : Alphaville , a cidade do futuro. Os cidadãos de Alphaville são pessoas que sempre aparecem nas letras da banda, em situações bem típicas, como numa mitologia, vão aparecendo os personagens e suas histórias, detalhe importantíssimo das letras da banda, como se fosse realmente uma história, talvez nunca ninguém tenha feito toda a sua carreira musical contando uma história, descrevendo as pessoas, e o mundo tão futurista, uma mistura de Homero e Isaac Azimov .

Bem essa é uma das bandas mais futuristas dos anos 80, com uma preocupação impecável com o que cantar, como se vestir, e como fazer o ouvinte viajar de verdade pelas suas músicas. Uma viagem da mitologia ao futuro fantástico. Sempre com muitos sintetizadores, teclados, computadores e ideologia, socialistas, é claro. Na formação com o nome de Forever Young, encontramos o que seria um dos melhores singles dos anos 80. A maravilha techno-neon-ligths-oriental: Big in Japan. logo após lançam Sounds Like A Melody , essa sim, com um rítmo impecável, os eletrônicos aparecem com maior destaque, a variação de tom de voz vai aos limites, que anos mais tarde iria influenciar bandas como o A-ha.

O destaque é romantismo com que cantam, letra muito bem trabalhado, no final uma aceleração num rítmo bem próximo ao prazer limítrofe, chegando ao extâse final da música como acontece a música inteira num caráter bem emotivo, aliás mostram nessa sequência o quanto são músicos extremamente competentes, teclado inesquecível, e que letra! Mas seu grande hit ainda estava por vir, não muito mais tarde. Forever Young emplaca, nos charts de toda a Europa e vira hino de meados da década de 80. Maravilhosa, mesmo tendo virado 'carne de vaca', temos de reconhecer que é uma das músicas mais bem compostas de todos os tempos, aliás a letra, como sempre no Alphaville, é algo admirável, o admirável mundo novo de Alphaville, a cidade do futuro. Forever Young, é o romantismo, o questionamento do mundo em que vivemos, o encontrar uma razão pra viver, e até se perguntar por que as pessoas morrem... Maravilhosa. por wikipedia

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sábado, 28 de novembro de 2009

Trio - 5 Jahre Zuviel

5 Jahre Zuviel
pop rock
wea
1985




"essa é uma banda emblemática aqui no framboesas; é a essencia propriamente dita no que se refere ao motivo deste blog existir. a resenha do blog dear 80s, escrita por uma pessoa que se denomina tarzanboy é o tiro na mosca, até certo ponto. de fato, o trio é pastelão (de vento é claro). em contra ponto, a resenha faz parecer pior do que é, pintando um monstro que não é tão feio assim. o thom yorque repete "nós temos cabeças em hastes, vcs tem ventrílucos" e nem ninguém tem a ousadia de classificar como estúpido. digamos que o trio seria o shrek, um tanto ogro, mas que no fundo um cara carismático. "halt mich fest", "out in the street", "ya, ya" e a clássica "sunday You need love, monday be alone" são indícios de que ninguém vende milhões de disco sendo um one hit wonder. eu gosto do trio, talvez seja careta ou tenha o cérebro de galinha sexagenária. foda-se, não entendo uma palavra em alemão mesmo. faça o download. eu recomendo." (charles)

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quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Peter Schilling - The Different Story (World of Lust and Crime)

The Different Story (World of Lust and Crime
pop rock
elektra
1989



O Peter schilling é um cantor alemão que fez meio mundo ouvir a contagiante "Major Tom" durante os anos 80 ("De volta ao controle de terra /Há um problema:Avance até o máximo dos foguetes /Não estão respondendo! /"Alô Major Tom,Você está recebendo? /Acione os foguetes de empuxo,Estamos a postos" / Não há resposta... Através da estratosfera / Uma mensagem final:"Entreguem para minha esposa o meu amor"). The Different Story, foi lançado nos EUA como cartão de visitas para mostra um pouco da carreira de Schilling. Destaque também para Berlin e, principalmente, a faixa Terra Titanic.

1.The Different Story (World Of Lust And Crime) 2.Major Tom (Coming Home) 3.The Noah Plan 4.Berlin (City Of Night) 5.Lone Survivor 6.Terra Titanic (Lost To The Sea) 7.Zone 804 8.The Hurricane (Hammers On The Shore) 9.(Let's Play) U.S.A.

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domingo, 22 de novembro de 2009

a-ha - Headlines & Deadlines

Headlines & Deadlines
rock
warner brothers
1992



aqui é necessário explicar o seguinte: o a-ha não é...melhor, nunca será framboesa. tudo bem que o clipe de touchy é tão constrangedor quanto um clipe do the cure (que aliás, o sr. robert smith já virou framboesa faz tempo), mas extrair canções para montar um greatest hits do a-ha é tão complicado como fazer o mesmo com o pink floyd ou radiohead, por exemplo, tamanha quantidade de ótimas canções que possuem. eu tenho a discografia dos noruegueses e logo logo vai aparecer algo no julia valentine. este disco eu copiei de um vinil, em 1992, que um amigo meu emprestou para gravar na fita cassete (pirataria da época, fazer o quê?).

resgatando aquele lance de clipe ruim, touchy e tal, ficar como redenção o clássico e inovador clipe take on me, pioneiro na mescla de pessoas de verdade e desenhos em vídeo, além dos ótimos crying in the rain, there's never a forever thing, cry wolf, hunting high and low. vale lembrar que o dvd é obrigatória aquisição.

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segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Nena - 99 Luftballons

99 Luftballons
rock
sony
1984



99 luftballons,lançada em 83 na alemanha, venceu barreiras como grito de protesto a guerra fria ("a guerra começou meninos, o presidente esta chamando"). #1 em várias rádios européias, chegou no ano seguinte aos estados unidos atigindo o topo das paradas. 99 luftballons ganhou nova roupagem na versão em english como 99 red ballons resultado de...digamos, problemas tecnicos na tradução que, de fato, acabou tirando o foco de outras beldades como let me be your pirate e just a dream o que acabou rotulando nena, a alemã de suvaco peludo, como one hit wonder.

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sábado, 14 de novembro de 2009

MADONNA - The Immaculate Collection

The Immaculate Collection
rock girl
sony
1990



Os próximos posts do framboesas terão como tema as séries de "coletãneas", em especial, muitas bandas que marcaram nos 80's. Bandas que consolidaram o rock mundo a fora e nada melhor que começar pela maior de todas as divas: MADONNA.

The Immaculate Collection é a coletanêa mais vendida de todos os tempos. Reúne algumas músicas e alguns sucessos compreendido entre 1983 e 1990, e algumas inéditas. Vendeu 32 milhões de cópias no mundo inteiro. Foi também, o álbum mais vendido da carreira de Madonna.

As canções que se encontram no disco são quinze grandes sucessos de Madonna da década de oitenta, mais duas canções inéditas, "Rescue Me" e "Justify My Love" (esta última possui um b-side chamado "The Beast Within", pois seu clipe foi excluído da MTV pelo seu conteúdo erótico).

A remasterização das músicas usou a tecnologia QSound: The Immaculate Collection foi o primeiro e um dos últimos discos a usar esse processo, que teoricamente aumenta a sensação de estereofônia das músicas, mas por outro lado, em alguns instantes, faz com que as faixas adquiram um certo ar artificial. Na mesma época do lançamento do disco foi editada uma coletânea de vídeoclipes com o mesmo nome, trazendo os maiores sucessos da Madonna no período. Na mesma época foi vendido um pack, o "The Royal Box" que trazia a fita cassete ou o cd mais a fita vhs, mais alguns cartões com fotos da Madonna se apresentando no VMA`s de 1990.

No Brasil o disco foi lançado em vinil duplo com capa dupla também; cada disco vinha num encarte próprio de papelão com duas fotos enormes da Madonna. A título de curiosidade, o disco inicialmente iria ter na capa uma foto da Madonna, nos mesmos moldes da capa que acabou sendo usada na coletânea de vídeos, mas na última hora Madonna decidiu deixá-la de lado pois se achou muito parecida com o Mike Tyson.

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sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Série 2 Momentos: Secos & Molhados

Série 2 Momentos: Secos & Molhados
nacional
warner
1999



Este CD reúne os dois primeiros discos dos Secos & Molhados, lançados em 1973 e 1974, quando Ney Matogrosso ainda fazia parte do trio. As gravações foram remixadas e remasterizadas por Charles Gavin, dos Titãs.

1. Sangue Latino 2. O Vira 3. O Patrão Nosso De Cada Dia 4. Amor 5. Primavera Nos Dentes 6. Assim Assado 7. Mulher Barriguda 8. El Rey 9. Rosa De Hiroshima 10. Prece Cósmica 11. Rondó Do Capitão 12. As Andorinhas 13. Fala 14. Tercer Mundo 15. Flores Astrais 16. Não, Não Digas Nada 17. Medo Mulato 18. Oh! Mulher Infiel 19. Vôo 20. Angústia 21. O Hierofante 22. Caixinha De Música Do João 23. O Doce E O Amargo 24. Preto Velho 25. Delírio 26. Toada & Rock & Mambo & Tango & Etc.

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sábado, 31 de outubro de 2009

Graforréia Xilarmônica - coisa de louco / chapinhas de ouro / com muito amor e carinho

coisa de louco II / chapinhas de ouro
banguela / warner
1995



A necrofilia da arte é papo velho. O gostar de uma banda só porque ninguém a conhece e você pode tomá-la como sua também. Mas um grupo que junta essas duas características não deixa de ser interessante. Vamos lá, falar da Graforréia Xilarmônica.

Atualmente formado por Frank Jorge (baixo e voz), Carlo Pianta (guitarra e vocais) e Alexandre Birck (bateria), o trio gaúcho é um dos grupos mais cultuados do rock brasileiro sem que se saiba ao certo a razão disso. Não, eles nunca foram super-astros de vender milhões. Sim, eles já lançaram disco com apoio de grande gravadora, mas que ninguém comprou. Não, eles não fazem milhões de shows por ano, como um Carbona da vida. Sim, eles têm quase vinte anos de carreira. Definitivamente, é um fenômeno esquisito.

A única certeza sobre esses gáuchos é que a música deles é muito mais interessante do que a média do rock nacional. Ponto.

Antes da banda, os irmãos Alexandre e Marcelo Birck e Frank Jorge já eram vizinhos de casa. “O Marcelo e o Alexandre eram vizinhos de cama”, frisa Frank, aos risos. Refutando em parte a idéia de que o grupo se formou da divisão de várias outras bandas, Alexandre Birck explica que se tratava de “uma zoação de rua, que virou um time de futebol, que virou uma banda. Era tudo muito natural”. Essa intimidade pueril é a chave para se entender o humor que as letras do grupo trazem. A zoação interminável e a quantidade de piadas internas impedem qualquer malandro de acompanhar o raciocínio deles e não sentir que está sendo zoado sem saber. Enquanto um fala, os outros dois riem. Da formação atual, só Alexandre Birck é remanescente da formação original, que nem chegou a fazer um show. “Mas foi de vital importância, pois foi de lá que veio o nome decidido por uma votação, onde cada um escolhia uma palavra aleatória. Depois nós votavamos entre as que tinham sido propostas. Lembro que deu empate entre Graforréia e Xilarmônica. Eu não lembro em qual eu votei”, conta o baterista.

Você já deve ter ouvido a história de uma banda de amigos que começam a tocar, gravam uma fita, as pessoas começam a gostar, a quantidade de shows começa a aumentar.... Pára! Parou aqui. No caso deles, é QUASE isso. “A gente fazia um, dois shows por ano no início”, conta Pianta. “E depois que lançaram a fita-demo?”, pergunta o repórter já imaginando aquela resposta. “Depois? Depois continuou igual”, responde o guitarrista como uma sinceridade absurda. Depois da fita – tudo bem – as músicas se espalharam e as pessoas começaram a cantá-las nas apresentações. “Eu não sei por que cargas d’água, mas desde o primeiro, os nossos show estavam sempre cheios”, lembra Pianta. A química acontecia, mas os shows continuavam esporádicos. Com outras prioridades individuais, a banda alternava um certo culto underground com um quê de mambembe. Um integrante saía, outro entrava, a banda acabava, ficavam dois anos parados, depois os amigos se encontravam, bebiam e resolviam voltar a tocar e assim ia. Um, dois, no máximo três shows por ano e, de repente, um “querem gravar um disco pela Warner?” Hein? (Esse “hein” é só do repórter surpreso, ninguém da banda parece achar nada de anormal nisso).

Na mais importante aventura do rock nacional nos anos 90, o selo Banguela, comandado pelo gaúcho Carlos Eduardo Miranda e abrigado pela Warner, foi a pedra fundamental para a renovação do cenário nacional tendo lançado bandas como Raimundos e Mundo Livre S/A, além de ter estimulado às outras gravadoras a investirem em novas bandas. Miranda então chamou a Graforréia para ser uma das bandas a serem lançadas pelo Banguela. Nesse momento, é de se imaginar que a rotina tivesse, enfim, mudado. Mas o guitarrista explica que não. “A banda sempre teve uma rotina própria de ensaiar e criar material. Rolou apenas uma injeção de energia, mas o ritmo continuou o mesmo. A seriedade sempre foi uma faceta que nos acompanhou”. O fim do Banguela na mesma época em que o álbum Coisa de louco II era lançado, colaborou para que o grupo não estourasse nas paradas de rádios nacionalmente. “Aconteceu com o nosso disco a mesma coisa que acontecera com a demo: se espalhou sem tocar muito na rádio. Até tocava, mas não ao ponto de gerar uma demanda de shows. Nós tínhamos que garimpar essas poucas apresentações”, explica Pianta. Numa época em que os artistas independentes ouvem que o importante é cair na estrada, tocar, fazer muitos shows, a trajetória da Graforréia, ao mesmo tempo em que põe toda essa teoria por água abaixo, a reafirma por completo.

Uma das coisas que o disco trouxe de positivo foi que, pela primeira vez, surgiam shows no interior do Rio Grande do Sul, fora de Porto Alegre. Com essas apresentações, juntaram algum dinheiro e, de forma independente, lançaram um segundo disco em 1998, o Chapinhas de ouro. "Quando o primeiro disco saiu pelo Banguela e não deu certo, nunca pensamos em parar. As coisas tinham voltado ao que sempre foram. Pensamos qual era o próximo passo. O primeiro passo tinha sido gravar o primeiro disco. Gravamos. Qual seria o próximo? Gravar um segundo disco. E assim seguimos, normal", lembra Pianta. E a rotina continuou com seus esporádicos shows, até que, em 2000, a banda acabou oficialmente. “Não teve um porquê. A gente se olhou e estava todo mundo meio de saco cheio e ‘vamo parar?’, vamos. Não houve treta”, explica Alexandre Birck. A combinação de necrofilia da arte com o boom do MP3 fez com que, a partir de então, o culto à Graforréia crescesse exponencialmente. Pra piorar (ou melhorar), os dois, três shows por ano não aconteciam mais. Além disso, o Pato Fu gravou duas músicas de Frank Jorge, Nunca diga (no álbum Televisão de Cachorro, 1998) e Eu (em Ruído Rosa, 2001), sendo que a segunda - uma parceria com Alexandre, Marcelo e Carlo - fez com que os mineiros vencessem a categoria “melhor videoclipe pop” do VMB 2001. Tudo isso ajudou a aumentar “a aura”, a lenda, em torno do grupo gaúcho e de seu principal compositor. Os integrantes começaram a receber propostas de shows, a ver a demanda pela presença da Graforréia crescer, mas eles estavam parados. Entre 2001 e 2003, faziam uma apresentação, no fim de cada ano, esquema Robertão-Rede Globo, numa casa de shows de Porto Alegre. Até que em 2004, uma proposta de um escritório para produzi-los os seduziu a voltar.

De lá pra cá, o número de shows cresceu. Já chega a uns cinco ou seis por ano. Em julho de 2005, gravaram um disco ao vivo, que está em fase de finalização, sob a produção de Kassin. Conversar com a banda sobre a rotina dos shows chega a ser engraçado, pois eles vão se lembrando um a um.

- “Ano passado, antes da gravação, rolou um show na festa de uma rádio, que foi legal” ,lembra Frank Jorge, sendo interrompido por Birck:
- "Teve aquele de Vacaria... Teve Caxias (do Sul)...”
- "Caxias! Carlos Barbosa... [silêncio para lembrar] Mais recentemente, já em janeiro de 2006, tocamos em Florianópolis. [silêncio para lembrar 2]... Tocamos também duas vezes em Porto Alegre em dezembro...”, completa Frank.

O próximo pequeno passo da história do grupo é lançar este terceiro disco. “Querer, a gente sempre quis ganhar dinheiro com o nosso material, víamos que tinha uma receptividade. Nós queríamos ganhar, tocando. Nunca aconteceu, pode ser que agora mude, mas ainda não mudou”, explica Pianta.

Pode ser, pode ser que agora mude. Mas aí não existirá mais a necrofilia, nem a sensação de que a Graforréia é só sua. E aí? O que você prefere? Por Bruno Maia

--------------- o emaranhado -----------------


coisa de loucoII (1995) DOWNLOAD











chapinhas de ouro (1998) DOWNLOAD










com muito amor e carinho (1988) DOWNLOAD


NOTA: Para entender o significado que esta fita teve é preciso entender os anos 80 para o rock gaúcho. Foi a década do puro Rock and Roll. Exemplos: Taranatiriça, Cascavelletes, TNT, Bandaliera e etc... Quando surgiu no fim da década, a Graforréia Xilarmônica se tornou uma oposição a isso e se reflete até hoje nos rockeiros mais fanáticos. Para entender isto, basta escutar esta fita denominada caprichosamente de "Com amor muito carinho".

A Graforréia Xlarmônica é formada pelas influências musicais ou não de seus integrantes. Nota-se nesta fita influência dos mais diversos ritmos e mistura deles, mas nota-se claramente um baixo extremamente saliente e duas guitarras variando entre melódicas e arranhadas.

Esta fita contém diversas músicas que foram lançadas nos dois cd's da Graforréia. É interessante escutar versõs diferentes para "Amigo Punk", "Empregada", "Eu", "Fulvio Sillas", "Dênis" e tantas outras. Nesta época, ainda contavam com o guitarrista Marcelo Birck que compôs ao lado de Frank Jorge a grande maioria das músicas da banda. E, pelo que se viu mais tarde quando saiu da banda, percebe-se que sua influência era forte no estilo da Graforréia Xilarmônica. Carlo Pianta na guitarra e recém saído do primeiro De Falla e Alexandre Ograndi na bateria completam a formação. Alias, estes dois ainda estão na banda. Por Daniel Peccini

sábado, 24 de outubro de 2009

Kid Abelha - Grandes Sucessos



1 pintura intima 2 como eu quero 3 lagrimas e chuva 4 fixação 5 como é que eu vou embora 6 no seu lugar 7 no meio da rua 8 todo meu ouro 9 te amo pra sempre 10 seu espião 11 deus (apareça na televisão) 12 eu tive um sonho 13 a fórmula do amor 14 educação sentimental 15 alice (não escreva aquela carta de amor) 16 porque não eu 17 grande hotel 18 educação sentimental II 19 uniformes 20 garotos

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domingo, 18 de outubro de 2009

ABBA - greatest hits

greatest hits
polydor
1992



o abba foi plano de fundo em "o casamento de muriel". um filme muito bacana com tony colette, do "sexto sentido". ela rouba o dinheiro do pai e dá no pé em busca de algo novo e mais exitante do que ficar presa a sua família decadente e trancada no quarto ouvindo dancing queen. este cd eu comprei há uns dez anos e desfila hit da primeira a última faixa. um grande disco. uma das minhas framboesas prediletas.

1. Dancing Queen
2. Knowing Me, Knowing You
3. Take A Chance On Me
4. Mamma Mia
5. Lay All Your Love On Me
6. Super Trouper
7. I Have A Dream
8. The Winner Takes It All
9. Money, Money, Money
10. S.O.S.
11. Chiquitita
12. Fernando
13. Voulez-Vous
14. Gimme! Gimme! Gimme! (A Man After Midnight)
15. Does Your Mother Know
16. One Of Us
17. The Name Of The Game
18. Thank You For The Music
19. Waterloo

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