sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Série 2 Momentos: Secos & Molhados

Série 2 Momentos: Secos & Molhados
nacional
warner
1999



Este CD reúne os dois primeiros discos dos Secos & Molhados, lançados em 1973 e 1974, quando Ney Matogrosso ainda fazia parte do trio. As gravações foram remixadas e remasterizadas por Charles Gavin, dos Titãs.

1. Sangue Latino 2. O Vira 3. O Patrão Nosso De Cada Dia 4. Amor 5. Primavera Nos Dentes 6. Assim Assado 7. Mulher Barriguda 8. El Rey 9. Rosa De Hiroshima 10. Prece Cósmica 11. Rondó Do Capitão 12. As Andorinhas 13. Fala 14. Tercer Mundo 15. Flores Astrais 16. Não, Não Digas Nada 17. Medo Mulato 18. Oh! Mulher Infiel 19. Vôo 20. Angústia 21. O Hierofante 22. Caixinha De Música Do João 23. O Doce E O Amargo 24. Preto Velho 25. Delírio 26. Toada & Rock & Mambo & Tango & Etc.

download

sábado, 31 de outubro de 2009

Graforréia Xilarmônica



A necrofilia da arte é papo velho. O gostar de uma banda só porque ninguém a conhece e você pode tomá-la como sua também. Mas um grupo que junta essas duas características não deixa de ser interessante. Vamos lá, falar da Graforréia Xilarmônica.

Atualmente formado por Frank Jorge (baixo e voz), Carlo Pianta (guitarra e vocais) e Alexandre Birck (bateria), o trio gaúcho é um dos grupos mais cultuados do rock brasileiro sem que se saiba ao certo a razão disso. Não, eles nunca foram super-astros de vender milhões. Sim, eles já lançaram disco com apoio de grande gravadora, mas que ninguém comprou. Não, eles não fazem milhões de shows por ano, como um Carbona da vida. Sim, eles têm quase vinte anos de carreira. Definitivamente, é um fenômeno esquisito.

A única certeza sobre esses gáuchos é que a música deles é muito mais interessante do que a média do rock nacional. Ponto.

Antes da banda, os irmãos Alexandre e Marcelo Birck e Frank Jorge já eram vizinhos de casa. “O Marcelo e o Alexandre eram vizinhos de cama”, frisa Frank, aos risos. Refutando em parte a idéia de que o grupo se formou da divisão de várias outras bandas, Alexandre Birck explica que se tratava de “uma zoação de rua, que virou um time de futebol, que virou uma banda. Era tudo muito natural”. Essa intimidade pueril é a chave para se entender o humor que as letras do grupo trazem. A zoação interminável e a quantidade de piadas internas impedem qualquer malandro de acompanhar o raciocínio deles e não sentir que está sendo zoado sem saber. Enquanto um fala, os outros dois riem. Da formação atual, só Alexandre Birck é remanescente da formação original, que nem chegou a fazer um show. “Mas foi de vital importância, pois foi de lá que veio o nome decidido por uma votação, onde cada um escolhia uma palavra aleatória. Depois nós votavamos entre as que tinham sido propostas. Lembro que deu empate entre Graforréia e Xilarmônica. Eu não lembro em qual eu votei”, conta o baterista.

Você já deve ter ouvido a história de uma banda de amigos que começam a tocar, gravam uma fita, as pessoas começam a gostar, a quantidade de shows começa a aumentar.... Pára! Parou aqui. No caso deles, é QUASE isso. “A gente fazia um, dois shows por ano no início”, conta Pianta. “E depois que lançaram a fita-demo?”, pergunta o repórter já imaginando aquela resposta. “Depois? Depois continuou igual”, responde o guitarrista como uma sinceridade absurda. Depois da fita – tudo bem – as músicas se espalharam e as pessoas começaram a cantá-las nas apresentações. “Eu não sei por que cargas d’água, mas desde o primeiro, os nossos show estavam sempre cheios”, lembra Pianta. A química acontecia, mas os shows continuavam esporádicos. Com outras prioridades individuais, a banda alternava um certo culto underground com um quê de mambembe. Um integrante saía, outro entrava, a banda acabava, ficavam dois anos parados, depois os amigos se encontravam, bebiam e resolviam voltar a tocar e assim ia. Um, dois, no máximo três shows por ano e, de repente, um “querem gravar um disco pela Warner?” Hein? (Esse “hein” é só do repórter surpreso, ninguém da banda parece achar nada de anormal nisso).

Na mais importante aventura do rock nacional nos anos 90, o selo Banguela, comandado pelo gaúcho Carlos Eduardo Miranda e abrigado pela Warner, foi a pedra fundamental para a renovação do cenário nacional tendo lançado bandas como Raimundos e Mundo Livre S/A, além de ter estimulado às outras gravadoras a investirem em novas bandas. Miranda então chamou a Graforréia para ser uma das bandas a serem lançadas pelo Banguela. Nesse momento, é de se imaginar que a rotina tivesse, enfim, mudado. Mas o guitarrista explica que não. “A banda sempre teve uma rotina própria de ensaiar e criar material. Rolou apenas uma injeção de energia, mas o ritmo continuou o mesmo. A seriedade sempre foi uma faceta que nos acompanhou”. O fim do Banguela na mesma época em que o álbum Coisa de louco II era lançado, colaborou para que o grupo não estourasse nas paradas de rádios nacionalmente. “Aconteceu com o nosso disco a mesma coisa que acontecera com a demo: se espalhou sem tocar muito na rádio. Até tocava, mas não ao ponto de gerar uma demanda de shows. Nós tínhamos que garimpar essas poucas apresentações”, explica Pianta. Numa época em que os artistas independentes ouvem que o importante é cair na estrada, tocar, fazer muitos shows, a trajetória da Graforréia, ao mesmo tempo em que põe toda essa teoria por água abaixo, a reafirma por completo.

Uma das coisas que o disco trouxe de positivo foi que, pela primeira vez, surgiam shows no interior do Rio Grande do Sul, fora de Porto Alegre. Com essas apresentações, juntaram algum dinheiro e, de forma independente, lançaram um segundo disco em 1998, o Chapinhas de ouro. "Quando o primeiro disco saiu pelo Banguela e não deu certo, nunca pensamos em parar. As coisas tinham voltado ao que sempre foram. Pensamos qual era o próximo passo. O primeiro passo tinha sido gravar o primeiro disco. Gravamos. Qual seria o próximo? Gravar um segundo disco. E assim seguimos, normal", lembra Pianta. E a rotina continuou com seus esporádicos shows, até que, em 2000, a banda acabou oficialmente. “Não teve um porquê. A gente se olhou e estava todo mundo meio de saco cheio e ‘vamo parar?’, vamos. Não houve treta”, explica Alexandre Birck. A combinação de necrofilia da arte com o boom do MP3 fez com que, a partir de então, o culto à Graforréia crescesse exponencialmente. Pra piorar (ou melhorar), os dois, três shows por ano não aconteciam mais. Além disso, o Pato Fu gravou duas músicas de Frank Jorge, Nunca diga (no álbum Televisão de Cachorro, 1998) e Eu (em Ruído Rosa, 2001), sendo que a segunda - uma parceria com Alexandre, Marcelo e Carlo - fez com que os mineiros vencessem a categoria “melhor videoclipe pop” do VMB 2001. Tudo isso ajudou a aumentar “a aura”, a lenda, em torno do grupo gaúcho e de seu principal compositor. Os integrantes começaram a receber propostas de shows, a ver a demanda pela presença da Graforréia crescer, mas eles estavam parados. Entre 2001 e 2003, faziam uma apresentação, no fim de cada ano, esquema Robertão-Rede Globo, numa casa de shows de Porto Alegre. Até que em 2004, uma proposta de um escritório para produzi-los os seduziu a voltar.

De lá pra cá, o número de shows cresceu. Já chega a uns cinco ou seis por ano. Em julho de 2005, gravaram um disco ao vivo, que está em fase de finalização, sob a produção de Kassin. Conversar com a banda sobre a rotina dos shows chega a ser engraçado, pois eles vão se lembrando um a um.

- “Ano passado, antes da gravação, rolou um show na festa de uma rádio, que foi legal” ,lembra Frank Jorge, sendo interrompido por Birck:
- "Teve aquele de Vacaria... Teve Caxias (do Sul)...”
- "Caxias! Carlos Barbosa... [silêncio para lembrar] Mais recentemente, já em janeiro de 2006, tocamos em Florianópolis. [silêncio para lembrar 2]... Tocamos também duas vezes em Porto Alegre em dezembro...”, completa Frank.

O próximo pequeno passo da história do grupo é lançar este terceiro disco. “Querer, a gente sempre quis ganhar dinheiro com o nosso material, víamos que tinha uma receptividade. Nós queríamos ganhar, tocando. Nunca aconteceu, pode ser que agora mude, mas ainda não mudou”, explica Pianta.

Pode ser, pode ser que agora mude. Mas aí não existirá mais a necrofilia, nem a sensação de que a Graforréia é só sua. E aí? O que você prefere? Por Bruno Maia

--------------- o emaranhado -----------------


coisa de loucoII (1995) DOWNLOAD











chapinhas de ouro (1998) DOWNLOAD










com muito amor e carinho (1988) DOWNLOAD


NOTA: Para entender o significado que esta fita teve é preciso entender os anos 80 para o rock gaúcho. Foi a década do puro Rock and Roll. Exemplos: Taranatiriça, Cascavelletes, TNT, Bandaliera e etc... Quando surgiu no fim da década, a Graforréia Xilarmônica se tornou uma oposição a isso e se reflete até hoje nos rockeiros mais fanáticos. Para entender isto, basta escutar esta fita denominada caprichosamente de "Com amor muito carinho".

A Graforréia Xlarmônica é formada pelas influências musicais ou não de seus integrantes. Nota-se nesta fita influência dos mais diversos ritmos e mistura deles, mas nota-se claramente um baixo extremamente saliente e duas guitarras variando entre melódicas e arranhadas.

Esta fita contém diversas músicas que foram lançadas nos dois cd's da Graforréia. É interessante escutar versõs diferentes para "Amigo Punk", "Empregada", "Eu", "Fulvio Sillas", "Dênis" e tantas outras. Nesta época, ainda contavam com o guitarrista Marcelo Birck que compôs ao lado de Frank Jorge a grande maioria das músicas da banda. E, pelo que se viu mais tarde quando saiu da banda, percebe-se que sua influência era forte no estilo da Graforréia Xilarmônica. Carlo Pianta na guitarra e recém saído do primeiro De Falla e Alexandre Ograndi na bateria completam a formação. Alias, estes dois ainda estão na banda. Por Daniel Peccini

sábado, 24 de outubro de 2009

Kid Abelha - Grandes Sucessos



1 pintura intima 2 como eu quero 3 lagrimas e chuva 4 fixação 5 como é que eu vou embora 6 no seu lugar 7 no meio da rua 8 todo meu ouro 9 te amo pra sempre 10 seu espião 11 deus (apareça na televisão) 12 eu tive um sonho 13 a fórmula do amor 14 educação sentimental 15 alice (não escreva aquela carta de amor) 16 porque não eu 17 grande hotel 18 educação sentimental II 19 uniformes 20 garotos

download

domingo, 18 de outubro de 2009

ABBA - greatest hits



o abba foi plano de fundo em "o casamento de muriel". um filme muito bacana com tony colette, do "sexto sentido". ela rouba o dinheiro do pai e dá no pé em busca de algo novo e mais exitante do que ficar presa a sua família decadente e trancada no quarto ouvindo dancing queen. este cd eu comprei há uns dez anos e desfila hit da primeira a última faixa. um grande disco. uma das minhas framboesas prediletas.

1. Dancing Queen
2. Knowing Me, Knowing You
3. Take A Chance On Me
4. Mamma Mia
5. Lay All Your Love On Me
6. Super Trouper
7. I Have A Dream
8. The Winner Takes It All
9. Money, Money, Money
10. S.O.S.
11. Chiquitita
12. Fernando
13. Voulez-Vous
14. Gimme! Gimme! Gimme! (A Man After Midnight)
15. Does Your Mother Know
16. One Of Us
17. The Name Of The Game
18. Thank You For The Music
19. Waterloo

donwload

GRAVE STOMPERS - funeral suite

psychobilly
label: crazy love
year: 2000


1. My Home Is My Casket
2. Hounted House
3. Hail Hell Rock'n'roll
4. Dust To Dust
5. Stomping At The Cemetery
6. Nighthunt
7. Rising From The Darkside
8. Rubber Baby
9. Undertaker
10. I Am The Necromancer
11. Midnight 666
12. Grave Stompers Theme

download

domingo, 4 de outubro de 2009

MUNCHAUSEN by PROXY



a banda é fictícia, tem grande potencial, mas parece que veio de saturno. o vocal tem a gatíssima zooey deschanel e, junto da não tão agraciada, von iva.

sweet ballad é a cara da banda, "não sou sua gata noturna! já saímos uma, duas, três, quatro, talves tenha sido cinco, seis sete...não me ligue depois das 23hs porque estarei durmindo, mas se quiser ligue 22h59. é minha nova regra agora".

a tosquice vai tal ponto, que ao atingir o climax, começa a retornar e fica ótimo. portanto, munchausen by proxy é um bônus extra do divertido "yes man" (com jim carrey) que vale cada minuto tocado. ah se o css fosse assim.

01 sweet ballad
02 uh-huh
03 keystar
04 yes man

DONWLOAD

domingo, 12 de outubro de 2008

tangerines - ghost world (2008)

Essa é uma framboesa de produção própria aqui do blog!

É o álbum de estréia da tangerines e sou suspeito para falar, já que compus a maioria das canções, toquei guitarra, violão e cantei em algumas músicas desse disco.
Mas apesar de ser uma framboesa indiscutível, acredito que algumas músicas ficaram bem consistentes, como yellow cat (nos deu o prêmio levi's be original), like an echo e lonesome highway (minha preferida).



download


01 lonesome highway
02 cliché (sebadoh cover)
03 butterfly tales
04 yellow cat (in a sunny morning winter)
05 like an echo
06 choose life
07 the straight story
08 lonesome ocean
09 die again


Na comunidade da banda tá rolando uma enquete sobre qual é a melhor música do disco, participem por lá.

sábado, 6 de setembro de 2008

júpiter maçã - a sétima efervescência



DOWNLOAD


Desde que enveredou pela carreira solo, o Flávio Basso trocou a influência do rockabilly por uma sonoridade sessentista, folk num primeiro momento e totalmente psicodélica numa segunda etapa. E é justamente a psicodelia a causa desse disco, A Sétima Efervescência, de 1996.

O que já podia ser percebido na demo anterior a esse álbum, Júpiter Maçã e os Pereiras Azuiz - Ao vivo na Brasil 2000 FM, de 1995, ficou mais claro - e elaborado - aqui. Se a demo era mais roqueira e crua (até por ser uma gravação ao vivo), na estréia em cd os arranjos se sofisticaram e a lisergia tomou conta, com grandes méritos para a produção do Egisto e os arranjos de orquestra do Marcelo Birck.

A primeira faixa, Lugar do Caralho, virou um hino imediato, com direito a regravação por parte do Wander Wildner e tudo. A letra é um convite ao hedonismo: "Eu preciso encontrar um lugar legal pra mim (sic) dançar e me escabelar/Tem que ter um som legal, tem que ter gente legal e ter cerveja barata/Um lugar onde as pessoas sejam mesmo afudê/Um lugar onde as pessoas sejam loucas e super chapadas/Um lugar do caralho". A música seguinte, As Tortas e as Cucas, castiga na lisergia, com vocal "pastoso" e dobrado. A letra fala de conversas com pedras e passarinhos (alguém aí falou em ácido?), numa viagem das boas. Um solinho de flauta é o complemento ao bucolismo da história.

Faixas como Querida Superhist x Mr Frog até dispensam comentários, bastando ler o título pra perceber o clima de psicodelia. Pictures and Paintings é um iê-iê-iê anfetamínico, tanto na música como na letra: "Quero toda sua chinelagem/Quero a metade do seu microponto/Yeah you, you, yeah, yeah, yeah, yeah, you/Yeah you do!". Obras como Eu e Minha Ex deveriam entrar pro rol das melhores composições já feitas, uma excelência em termos de arranjo e tema. Só por ter um refrão com a seguinte pérola: "Eu e minha ex queremos amizade/Mas acho que eu não superei/Talvez ainda goste dela", já justificaria a execução obrigatória em todas as cerimônias cívicas. O arranjo... bem, o arranjo é do mestre Birck, o que significa muita coisa. Grandioso é o mínimo que se pode dizer dele, com violinos, violoncelos, trompete e fagote.

Walter Victor é uma espécie de jovem guarda subversiva. O ritmo é puro Renato e Seus Blue Caps, mas a letra é quase um relatório médico sobre os efeitos de boletas em geral: "Walter toma suas bolas farmacêuticas/Sua boca fica mole, palavras gozadas" Uma harmônica anuncia As outras que me querem e a sacanagem que vem por aí: "Eu só fodo com você nessa fase atual da vida que eu tô levando/Mas às vezes me pergunto se eu não devia estar comendo as outras que me querem". Na segunda estrofe, o outro lado do relacionamento é discutido: "Eu creio que você às vezes queira dar pra outros carinhas no pedaço/Não, não acho tão legal/No entanto uma questão da gente sentar e conversar". Simples, não?

O Novo Namorado tem o verdadeiro "sixty groove", com o teclado do Frank Jorge inaugurando a festa. A estrutura é aquela em que a música começa pelo refrão e depois vem a estrofe, que mostra as contradições dos relacionamentos atuais: "Mundo moderno, alguém me dizia/Todo mundo come todo mundo"/ Mas eu tô querendo/Querendo trabalhar meu lado sensibilidade/Agora eu quero só você pra gostar de verdade".

Outras que não necessitam de análise são Miss Lexotan 6 mg e The Freaking Alice (Hippie Under Grove). Os nomes dizem absolutamente tudo que se precisa saber. Já Essência Interior merece algumas palavras. É uma música totalmente hipnótica, quase um mantra. E tem uma das melhores letras, sem dúvida: "Quando você der para outro cara/Lembre-se que alguém se masturba/Alguém do outro lado da cidade/Se sente em sintonia e pensa em você/Estou ligado na sua essência interior". Na seqüência, vem a sugestiva Canção para Dormir, com seu clima fantástico. E pra fechar a viagem, as colagens bizarras de A Sétima Efervescência Intergaláctica, com frases soltas de algumas faixas anteriores e vários barulhinhos estranhos.

Uma informação histórica importante é que esse álbum influenciou toda uma geração de bandas psicodélicas gaúchas e até nacionais. O lado ruim disso foi a semente que originou o desnecessário movimento mod porto-alegrense no início dos anos 2000. De qualquer forma, a audição de A Sétima Efervescência é mais do que recomendada. É obrigatória. Por Eduardo EGS

1. Um lugar do caralho
2. As tortas e as cucas
3. Querida superhist x Mr Frog
4. Pictures and paintings
5. Eu e minha ex
6. Walter Victor
7. As outras que me querem
8. Sociedades humanóides fantásticas
9. O novo namorado
10. Miss lexotan 6 mg garota
11. The freaking Alice
12. Essência interior
13. Canção para dormir
14. A sétima efervescência intergaláctica

domingo, 31 de agosto de 2008

Papas da Língua - Ao Vivo Acústico



Ao Vivo Acústico é o quinto trabalho do grupo gaúcho de pop-rock Papas da Língua, que conta com o vocalista e violonista Serginho Moah, ao lado de Léo Henkin (violões), Zé Natálio (baixo) e Fernando Pezão (bateria). Gravado durante a apresentação do quarteto no Teatro São Pedro, em Porto Alegre, o CD apresenta alguns dos maiores sucessos de seus 10 anos de carreira, como "Essa Não é a Sua Vida", "Democracy" e "Eu Sei" além das inéditas "Espelho Meu" e "Pra Gente Passear".
Lançado pela Som Livre.

1. Democracy
2. Essa Não É A Sua Vida
3. Vem Pra Cá
4. Vou Ligar
5. Calor Da Hora
6. Espelho Meu
7. Sorte
8. Viajar
9. Um Dia De Sol
10. Blusinha Branca
11. Lua Cheia / Fica Doida
12. Ela Vai Passar
13. Pó De Pimenta
14. Eu Sei
15. Pra Gente Passear
16. Pequeno Grande Amor
17. Mary Jane

download

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

Dschinghis Khan - star collection



download


estava lembrando daquele filme estúpido, o chamado. lembram? aquele o qual as pessoas assistiam um vídeo bizarro, atendiam o telefone e morriam em seguida. o clipe moskau tem um seguimento semelhante, logico, ninguém morre, embora tenha me sentido mais abobado depois de ve-lo. o cd 1 é melhor, pelas canções curtas e onde é possível ter contato com samurai, madagaskar, rocky marciano que são experiências inesquecíveis. quando escutei pela primeira vez este cd, minha placa de som queimou.

Disc: 1
1. Story of Dschinghis Khan, Pt. 1 : Moskau Intro Instr.
2. Moskau
3. Hadschi Halef Omar
4. Klabautermann
5. Tut Ench Amun
6. Madagaskar
7. Rom
8. Pistolero
9. Samurai
10. Dudelmoser
11. Rocky Marciano
12. Corrida
13. Komm Doch Heim
14. Aladin
15. Der Verräter

Disc: 2
1. Story of Dschinghis Khan, Pt. 2 : Dschinghi [Radio Edit/English Version
2. Mexico
3. Wir Sitzen Alle im Selben Boot
4. Loreley
5. Sahara
6. Himalaya
7. Robinson
8. Puszta
9. Olé Olé
10. Mata Hari
11. Ivanhoe
12. Die Fremden
13. Gitanos
14. Goodbye Hawaii
15. Life Is Good - Life Is Scheen

assistir moskau ajuda a encarar os 173mb do download. mesmo que tu não entenda uma palavra de alemão, vale a pena.